sexta-feira, 28 de março de 2008

Braga


Braga é a cidade fascinio. Entra-se e perde-se a força e a vontade própria.

Somos levados pelos jardins e pequenos edificios com um curriculo maior que os maiores da nossa sociedade.

É aconchegante e intimidante, é convidativo e opulento, é ruidoso e calmo.

Braga é o non sense da alma humana, arrefece-nos o corpo, mas nunca, por nenhuma razão, nos deixa arrefecer a alma.

Incute-nos respeito, como os grandes senhores, aconchega-nos como a mais doce avó.

Braga, cidade onde quero voltar e repetir todas as vivências que experimentei.




































































Sara Marques

quarta-feira, 26 de março de 2008

Depois da ausência, a volta.

Depois de uma ausência despropositada e sem sentido, voltei.
A inspiração por vezes escapa-nos e por mais que a queiramos trazer de volta, custa a vir.


Aqui ficam algumas, guardadas pelas férias:
Aqui ficam algumas captações de Sesimbra



Skater boy



Homem do Leme (quem já nada teme)

Mais uma do campeonato de skate





Prometo voltar com mais.

Sara Marques

sábado, 26 de janeiro de 2008

Oldies' day

Hoje peguei na máquina e fui à descoberta dos oldies ...

Aqui fica o resultado:






Sara Marques

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Fim do ano


As luzes apagam-se. Acabou o Natal.

domingo, 30 de dezembro de 2007

Sonhos até: sempre.



Os sonhos são meros acontecimentos que acontecerão.



São sonhos, desejos, ambições inquietantes e revigorantes.



Tenho sonhos, inúmeros até.



Não os escrevo, assim não me iria recordar deles.



Não os digo a toda a gente, porque assim não seriam sonhos, mas sim desejos banais.


Recordo-me deles todos os dias, para não os esquecer e manter a chama acesa, da frase tipica, "um dia vou chegar lá".

Quero ter sonhos até não conseguir pensar.

Quero ter sonhos todos os dias.


Quero ter sonhos, porque "são a constante da vida", fazem-nos pisar o chão de todos os dias, e voá-lo sem ninguem ver.


Quero ter sonhos porque me ajudam a crescer.


Quero ter sonhos porque não sei viver sem eles.


Quando os olho de lado, e ponho tudo em causa, até a mim mesma, volto a recordar-me de como eles são fortes e sou previligiada em tê-los, fecho-me de dúvidas e atiro-me de cabeça para o outro dia.

Quero lutar muito, tenho esse espirito, embora não pareça a olho nu, é uma luta interior, consiste em superar-me a cada dia. Coisa que nem sempre acontece, mas que luto por acontecer.


Aprendo diariamente, a partir de outros, a ser feliz, a não desistir, a conquistar gradualmente, sem uma vontade superior à possibilidade, mas de pés ligeiramente erguidos do chão, é preciso voar...


Luiz Andrade, um dos mais antigos membros da RTP, "mostrou-me" , despropositadamente, ontem, que lutar, lutar, conquistar, saber dizer "adeus" a isto, mas "olá" a tudo o que se segue, é importante, quando jovens, quando adultos e quando idosos.















p.s.- Espero um dia poder fotografá-lo.






sábado, 22 de dezembro de 2007





Óbidos Vila Natal











terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Sonho analógico.

Não sei se é por falta de meios, se não, ultimamente tenho sentido que estou a desenvolver pouco a fotografia digital e os seus "extras" (analógica e uma aventura pela polaroid).



Queria ingressar pelo mundo analógico, acho que tem uma timidez e uma pureza, fora do comum. Apesar de me ter habituado a ver o resultado final num pequeno ecrã, acho muito mais empolgante acertar o clique e esperar para o fim da revelação, estonteante para ver o resultado final.

Custa mais ser fotógrafo quando se trata de uma máquina analógica, e digo-o por várias razões, uma delas é , como já referi em cima, o facto de não poder ver o resultado final imediatamente após o clique, outra razão é o facto de não se poder alterar o que está fotografado, digam adeus ao photoshop e outros intervenientes (que eu tento usar o minimo possivel e, se possivel, nem usar), e por fim saber jogar com todos os pontos necessários à fotografia, como a luz (que muitas vezes é corrigido automáticamente no caso das máquinas digitais).

Penso até que um verdadeiro fotografo se vê pelas suas fotografias tiradas com a máquina analógica.



Era isso mesmo que eu queria provar...Não sei onde está a analógica, mas mesmo fraquinha (e se calhar é isso que vai dar gozo) quero provar que consigo fazer um bom trabalho, não a ninguém em especial, mas a mim mesma em particular.



Um sonho, que continua por realizar, se não não seria sonho, é o ter o meu próprio estúdio de fotografia. Mexer nos liquidos, mergulhar o papel até ser nitida a imagem pretendida, a magia da luz vermelha, as cordas para pendurar as fotografias a secarem.

Expo-las para mim na sala de estar, por cima da lareira, por cima do sofá, nas paredes, nas molduras, em todo o lado.

Dar vida ao momento que eu parei, que eu fiz aparecer de um rolo fotográfico para o "papel".

A polaroid é o contrário da analógica. Temos imediatamente o resultado final, mas é algo fisico, e dá-nos prazer de expôr também. Para momentos rápidos, ou lentos, que cativam o fotografo com a sua existência.

Não sei se os meus sonhos, enquanto durmo, passam por estes que tenho acordada. Mas que interessa isso?











É uma prova de fogo e quero-a ter pela frente.

sábado, 10 de novembro de 2007

Bright days



The Travel

I found that way. Should I stay?



O caminho é longo, a espera ainda maior. Mas e o esforço? Não compensa?
Compensa o sonho!






"One way ticket, yeah! It took me so long to find out"- Beatles




quinta-feira, 18 de outubro de 2007

domingo, 7 de outubro de 2007

Maturidade

Cada dia que passa aprendo mais, e mais sobre a vida.


















Não sei se é uma condição única, se me é impingido, se é porque eu busco o que me enriquece a alma, se me contam histórias e oiço opiniões que me formam como ser humano.

Não sei o que é, mas sinto-me a crescer, a bem ou a mal, sinto.















Aos ouvidos, aos olhos, ao tacto, aparecerem formas de aprendizagem. Frases que ficam. Reacções e subjectividades que se percebem e outras que se cultivam para perceber mais tarde.
É neste meio, onde vivemos, que aprendemos a ser quem queremos.

Quando não queremos ser ninguém...aí...Ai aí!...

Aí a história é outra...