sábado, 22 de dezembro de 2007





Óbidos Vila Natal











terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Sonho analógico.

Não sei se é por falta de meios, se não, ultimamente tenho sentido que estou a desenvolver pouco a fotografia digital e os seus "extras" (analógica e uma aventura pela polaroid).



Queria ingressar pelo mundo analógico, acho que tem uma timidez e uma pureza, fora do comum. Apesar de me ter habituado a ver o resultado final num pequeno ecrã, acho muito mais empolgante acertar o clique e esperar para o fim da revelação, estonteante para ver o resultado final.

Custa mais ser fotógrafo quando se trata de uma máquina analógica, e digo-o por várias razões, uma delas é , como já referi em cima, o facto de não poder ver o resultado final imediatamente após o clique, outra razão é o facto de não se poder alterar o que está fotografado, digam adeus ao photoshop e outros intervenientes (que eu tento usar o minimo possivel e, se possivel, nem usar), e por fim saber jogar com todos os pontos necessários à fotografia, como a luz (que muitas vezes é corrigido automáticamente no caso das máquinas digitais).

Penso até que um verdadeiro fotografo se vê pelas suas fotografias tiradas com a máquina analógica.



Era isso mesmo que eu queria provar...Não sei onde está a analógica, mas mesmo fraquinha (e se calhar é isso que vai dar gozo) quero provar que consigo fazer um bom trabalho, não a ninguém em especial, mas a mim mesma em particular.



Um sonho, que continua por realizar, se não não seria sonho, é o ter o meu próprio estúdio de fotografia. Mexer nos liquidos, mergulhar o papel até ser nitida a imagem pretendida, a magia da luz vermelha, as cordas para pendurar as fotografias a secarem.

Expo-las para mim na sala de estar, por cima da lareira, por cima do sofá, nas paredes, nas molduras, em todo o lado.

Dar vida ao momento que eu parei, que eu fiz aparecer de um rolo fotográfico para o "papel".

A polaroid é o contrário da analógica. Temos imediatamente o resultado final, mas é algo fisico, e dá-nos prazer de expôr também. Para momentos rápidos, ou lentos, que cativam o fotografo com a sua existência.

Não sei se os meus sonhos, enquanto durmo, passam por estes que tenho acordada. Mas que interessa isso?











É uma prova de fogo e quero-a ter pela frente.

sábado, 10 de novembro de 2007

Bright days



The Travel

I found that way. Should I stay?



O caminho é longo, a espera ainda maior. Mas e o esforço? Não compensa?
Compensa o sonho!






"One way ticket, yeah! It took me so long to find out"- Beatles




quinta-feira, 18 de outubro de 2007

domingo, 7 de outubro de 2007

Maturidade

Cada dia que passa aprendo mais, e mais sobre a vida.


















Não sei se é uma condição única, se me é impingido, se é porque eu busco o que me enriquece a alma, se me contam histórias e oiço opiniões que me formam como ser humano.

Não sei o que é, mas sinto-me a crescer, a bem ou a mal, sinto.















Aos ouvidos, aos olhos, ao tacto, aparecerem formas de aprendizagem. Frases que ficam. Reacções e subjectividades que se percebem e outras que se cultivam para perceber mais tarde.
É neste meio, onde vivemos, que aprendemos a ser quem queremos.

Quando não queremos ser ninguém...aí...Ai aí!...

Aí a história é outra...


quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Video-fotográfico

Os dias da "Não existência"

(Video retirado pela autora, devido ao uso de fotografias pessoais.)


Este video foi baseado na adaptação do poema:


Os dias da "Não existência"
(retirado do blog O Grito do Silêncio)


"Os dias da não existência
Existem dias em que acordo
com raiva.
Com raiva.
Sem mais nada.
Só uma película transparente
que me torna os olhos macios,
leitosos,
vidrados.

Os punhos cerrados,
as unhas cravadas na carne
o desespero de morder os lábios
e não correr nem uma gota de sangue.



As minhas mãos a golpear o papel,
a rasgarem,
a inutilizaremas palavras.
As inúteis.
As prevertidas.
O sonho a morrer-me nas paredes.
O sonho a escorrer
no ralo da minha vida.



Existem dias que acordo
tonta.
Drogada.
Tiram-me o chão,
puxam-me o tapete.
Eu, drogada, deitada.
No chão.Perdida.



Existem dias.
Em que acordo.
Em que adormeço.
Vivo.
Morro.
Interrogo-me.
Sinto a mente a pulsar nas veias.
Na jugular.
Existem dias...
em que não sei o que é existir."





Agradeço, mais uma vez, todo o apoio.


Obrigada,

Sara Marques

domingo, 23 de setembro de 2007

Relaxing


















Ouvir:





Nota: No próximo post espero poder apresentar-vos o novo projecto.

Obrigada,
Sara Marques


sábado, 22 de setembro de 2007

Balanço


A ouvir:



Nota de rodapé: O filhote nasceu, está quase a abrir os olhos. Esperem mais um pouco. Está aí, está aí.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Sequência 1,2,3,4,5









Uma sequência fresquinha, apenas para actualizar, e para deixar a promessa que em breve estará aqui o "filhote".


Obrigada,
Sara Marques

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Orquidea


Novo post só para vos actualizar do novo projecto.
Esperem mais um pouco, está quase vivo este novo "filho".
Obrigada,
Sara Marques